Na estrada escura com o Taxista

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Uma mulher com 30 anos tem um tesão que foge da realidade, comigo não seria diferente. Meus seus fartos vivem de mamilos enrijecidos sob o sutiã, enquanto minha boceta com pelos sedosos escorre de tesão durante o dia, encharcando a calcinha com a doçura da minha profunda vagina voluptuosa de saudades do preenchimento total de uma piroca… Sem marido ou namorado, a coisa só tende a ser cada vez mais, incalculavelmente, mais catastrófica. Causando medidas drásticas, entretanto, não remoente.

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Todos os dias eu saia do RH e tomava um táxi em frente ao escritório. Nada de fato tão incomum. A empresa pagava o meu deslocamento para casa. Devido a cidade ser relativamente pequena. Constantemente eu me deparava com o mesmo taxista. Um jovem rapaz de aparentemente 25 anos. Muito alto, cabelos lisos penteados de maneira displicente, como um molecote, sempre de bermuda jeans e moletom, usava aparelho ortodôntico. Era branco, tinha um longo nariz charmoso e olhos lindos. Seu nome era Gustavo. Ele era casado e sempre conversávamos com muito respeito. Em geral sobre séries. Pois, ele sempre via séries da Netflix de dentro do seu carro. Entretanto, nesse dia, eu estava encharcada de tesão. Portanto, não consegui controlar alguns instintos.

Quando entre no carro e me acomodei, meus olhos se direcionaram para o volume avantajado entre as pernas de Gustavo. Minha boca salivou e eu passei a mão em meus seis para evitar o descontrole. Me mantive quieta. Naturalmente, o taxista percebeu a indiferença incomum e questionou:

– Qual foi, Hélida? Tá bem?

– Pergunto com um tom de inocência que me elevou o tesão exacerbado. Aquela inocência me dava mais vontade de sentir sua língua na minha xota molhada e quente.

– Mais ou menos… Não tenho tomado o que eu deveria tomar…

– Não sabia que se medicava. – Perguntou preocupado.

– Não tomo medicamento. – Eu ri ironicamente.

– Ué? E precisa tomar o quê?

– Eu disparei de rir incontrolavelmente. Gustavo sacou o que eu estava falando e, como um amigo, prosseguiu.

– Ah, tá precisando é de fazer um amorzinho? – Ele riu.

– Na verdade, preciso só tomar mesmo

– Gustavo ficou sério, olhou pra frente, um silêncio constrangedor se fez. Achei que tivesse ido longe de mais e estragado nossa amizade. Afinal, se tratava de alguém casado. Então, Gustavo, ainda sério, falou em tom sussurrante, como se alguém pudesse nos ouvir, mas era devido a um nervosismo tesudo.

– Quer tomar pirocada? – No mesmo tom respondi que sim.

Ele virou o volante e manobrou o carro. Eu estava anestesiada pelo tesão. Os vidros do carro fumê subiram. Eu repousei suave a minha mão alva sobre sua cocha. Ele fechou os olhos revirando-se de prazer. Então, lentamente subi minha mão até sua virilha e repousei-a sobre seu volume enrijecido.

Depois, tirei o cinto de segurança e abri seu zíper com calma. Ajeitei com carinho a cueca dentro da bermuda e sua rola gigante saltou pra fora impetuosamente. Era uma rola de uns 19cm. A cabeça rosada já chorava. O corpo enrijecido e grosso era levemente torto pra direita. Uma veia alta saltava pulsante. Minha boca nodosa de saliva desejava engolir aquela jeba.

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Lentamente, tateei com a boca cada centímetro daquele pau. Fui escorregando minha saliva quente até chegar a base. Minha garganta funda se tornou morada pra quela cobra gigantesca. Minha caverna úmida, também ansiava por engoli-la. Enquanto ele já fazia movimentos e fodia minha boca. Subi a saia e afastei a calcinha. Toquei meu grelo e comecei a girá-lo, espalhando com delicadeza o líquido precioso da minha boceta quente. Nisso, o carro parou. Quando levantei, estávamos num estrada escura. Não havia iluminação, casas, estabelecimentos ou pessoas. Era um acostamento, próximo a um mato. Eu sorri. E disse:

– Isso me dá mais tesão.

– Gustavo chegou seu banco todo para trás. Abaixou o máximo que pode. Me pediu para que eu levantasse toda a saia e fosse com a boceta virada pra sua cara.

Assim, ele segurou minha cinturo comigo de cabeça pra baixo, encaixando sua boca na minha xota molhada. Enquanto eu, mesmo desconfortável, masturbava sua rola, com minha cabeça entre sua coxa e o voltante.

Meus olhos se reviravam enlouquecidos com a língua delicada de Gustavo, que usava o meu grelo como língua e beijava minha boceta como boca. Eu gemia descontroladamente e comecei a movimenta meu quadril em seu rosto. O desconforto já não me incomodava. Num chupão delicioso, Gustavo retirou a boca e ofegante disse que precisava me penetrar. Me coloquei de volta ao carona, enquanto ele sacava uma camisinha e desenrolava naquele cacete brilhante. Ele abaixou as calças e pediu que eu ficasse de quatro na sua frente, em seu banco.

A bunda de custava ficou pro lado do volante. O tesão e o pouco espaço não permitiram um ritual sexual. Mal me coloquei prostrada de quadro naquele banco e já sentir a cabeça quente me tocar a o buraco. E em seguida escorregar fácil pra dentro de mim. Senti aquele caralho entrando centímetro por centímetro, sem dor. Pois a boceta faminta já salivava o suficiente pra engolir aquela tora. Gustavo começou a bombar e minha boceta fazia barulho de molhado. Com minha mão por baixo de mim, alcancei as bolas gordas e quentes do rapaz. Os pelos longos e o saco sacolejante me atingiam a boceta.

Quando a estocada era funda e demorada, sentia suas bolas espremerem meu grelo e meus olhos reviravam. Gustavo acelerou a bombada de uma maneira descontrolada e então senti minha boceta escorrer de tesão. Eu gritava e esperneava por estar sendo satisfeita por um macho sedento de boceta. O meu orgasmo vinha fácil devido ao tesão acumulado de meses. Enquanto eu ainda aproveitava meu orgasmo, Gustavo começou a acelerar outra vez. Anunciando com sua voz grossa e descontrolada que ia gozar.

Com isso, um orgasmo se uniu a outro e eu gemia junto aquele macho delicioso. Senti uma estocada tão forte que parecia me atingir o útero. Enquanto ainda saboreava o prazer orgástico, mais uma estocada e um gemido meu. Outra estocada. Agora uma menos funda. E o homem se desmontou em cima de mim. Seu queixo sobre meu ombro, sua boca em minha orelha, sua testa suava e seus suor escorria por minhas maças do rosto. Morriam gostas de suor incessantes na minha boca. O sabor salgado era como se me matasse a fome. Rebolei na pica ainda dura dentro de mim. O prazer era insustentável. Quando Gustavo sacou o cacete de dentro de mim, a camisinha veio recheada de leite. Nos ajeitamos, nos beijamos e esfregamos nossos suor com muita avidez.

Conto enviado por email por autor anónimo.

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