Fomos comer coxinha com os amigos e comi a minha loira - Contos Eróticos

Fomos comer coxinha com os amigos e comi a minha loira

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O ano de 2016 estava sendo um ano fantástico, quanta coisa boa acontecendo. Eu e minha Juliana estávamos vivendo nosso relacionamento extraconjugal em seu ápice. A cada encontro uma foda com mais amor e ultra intensidade, sem limites, sem proibições, sem nenhum pudor. Certo dia minha amada resolveu chamar os colegas da empresa para provar a famosa coxinha de galinha de um boteco super badalado em Copacabana. Éramos 6 pessoas, 5 homens e ela. Ela sempre adorou estar envolta de muitos homens lhe admirando e desejando, algo que sempre me Instigou muito.

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Neste dia bebemos muita cerveja, muita cerveja mesmo… ficamos muito alto. Comecei a ficar sem limites no bar, pouco me importava as pessoas ali, sequer os colegas de trabalho que nunca desconfiaram do nosso caso de anos. O pior é que o bar era frequentado pelo seu marido, que era conhecido ali, mas estávamos totalmente a vontade. Eu passava a mão na sua nuca, beijava seu rosto, nuca, mordiscava sua orelha e duas vezes quando ela foi ao banheiro, fui atrás e lhe dei dois beijos com Muito tesão apertando sua deliciosa bunda.

Ainda na mesa, conforme os colegas da empresa iam pagando suas contas, eu ficava mais ousado, apertava sua bunda, passava a mão sobre sua buceta e falava um monte de merda no ouvido dela, o que foi a deixando louca de tesão, toda molhadinha e também já sem se controlar e tocando sobre a minha calça o meu pau que latejava de desejo em comer aquela fêmea deliciosa.

Despachamos os últimos dois colegas, o bar já estava quase fechando as portas, ela estava mais à vontade, afinal o seu marido estava embarcado, mas chegaria muito cedo em casa. Saímos já era por volta de meia noite e fomos andando pegar meu carro em uma rua deserta naquele horário. De repente, sem pensar, só no instinto, agarrei ela, puxei contra meu corpo com força, tasquei-lhe um beijo cheio de tesão e apalpei sua bunda deliciosa por dentro da calça e subi até seus seios, alertando-os com força e de tanto desejo rasguei toda a sua blusa pela frente, deixando completamente de seios de fora no meio da rua, o que só lhe permitiu puxar o sutiã e fechar as duas abas rasgadas da blusa.

Entramos no carro e deixei-a com os seios à mostra, proibi que ela os protegesse com aquele pedaço de pano rasgado. Ela obviamente me obedeceu e ainda me pagou um delicioso boquete enquanto tentava dirigir.

Chegado ao motel pedi um apto com garagem, pois queria devorar aquela fêmea como uma puta, sobre o capot do meu carro. Dito e feito, sai arrancando a roupa dela, começando pela blusa já completamente rasgada, arranquei sua calça, sua calcinha e a deixei apenas de salto alto, o que a deixa mais linda e desejável. Imagina a cena: uma loira de 1,70m, branquinha, completamente nua, seios médios durinhos e com os biquinhos rosa apontados para cima, um rosto angelical de Lolita com seus olhos azuis, um bucetinha totalmente depilada, rosinha, super delicada e quando a coloquei de bruço sobre o capot, aquele bumbum lindo, empinadinha permitindo ter a visão daquela bucetinha deliciosa aberta como uma orquídea desabrochada e coroando a cena aquele cuzinho rosa com todas as suas lindas pregas intactas.

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Minha piroca latejava com a cena, dei-lhe uma boa chupada lubrificando sua xana e meti sem dó e nem piedade, com estocadas fortes e ritmadas. Anestesiado do álcool a fodi fazendo-a gozar varias vezes na primeira penetração e gemendo alto na garagem do nosso apto do motel.

Tirei a piroca sem gozar e subimos juntos completamente nus para o nosso quarto. Da garagem do quarto a nossa frente, fomos observados por um outro casal que estava saindo e quando ouviu e sentiu o que rolava na nossa garagem, ficou como voyeur observando e escutando nossa foda. Isso me deixou ainda mais louco de tesão!

Chegando no quarto, eu literalmente arremessei ela na cama, de bruços e cai de pica em cima daquela bunda metendo forte na sua buceta já inchada de tanta pirocada com força. Eu estava sem limites, um animal tarado, fudendo ela como se fosse uma
Máquina, empurrando minha piroca até o fundo, batendo no fundo do seu útero e a fazendo urrar num misto de dor e muito prazer. Afinal, ela gozava múltiplas vezes como uma cadela no cio. Minha vadia pedia mais piroca e eu dava, totalmente alto em anestesia alcoólica não gozava de jeito nenhum e como um garanhão não parava de fude-la.

Trepamos por umas 2 horas, com ela de bruços, de quatro, de frente um para o outro, ela cavalgando por cima e até que eu explodisse em gozo intenso, profundo e extremante relaxante, que me levou ao torpor do sono e a ela ao alívio e sono.

Acordamos assustados era umas 5:30 da manhã, ela desesperada, porque seu marido chegaria em mais ou menos uma hora. Ela mal conseguia andar, toda dolorida, sua buceta estava muito inchada, tamanha foi a força e a intensidade da nossa foda. Deixei-a toda dolorida e cheia da minha porra, rasgada e saciada, comida por um macho de verdade é que a ama e deseja mais que a qualquer outra mulher.

Conto enviado por:  Giuseppe (Obrigado)

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