Marido corno doido para eu enrabar a esposa – Contos Eróticos

Marido corno doido para eu enrabar a esposa

Uma vez me disseram que para tornar a realidade suportável, todos precisamos cultivar em nós certas loucuras. Sempre fui cara moralista, defensor de bons costumes e sempre procurei ao máximo respeitar meu casamento. Mas conhecer o Malbec me ajudou a entender a veracidade desse provérbio louco. A intimidade com ele havia crescido de uma maneira tão prazerosa quanto insana para um homem normal como eu. E a visão daquela deusa de ébano começou a me entorpecer os sentidos e chegar ao extremo do limite de juízo que me restava.

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Logo pela manhã, recebi um pedido de desculpas pelo vídeo quentíssimo que ele havia me mandado. Aquilo era novo para mim, causava um certo espanto, lógico, porém também me fascinava e mostrava da parte dele um prazer quase sexual em conversar comigo. Como eu falei para vocês, já havia me intoxicado até a alma esse vínculo

Eu olhei aquilo e fiquei pensando no que responder. A verdade é que durante a noite que me restou de sono eu não conseguia parar de pensar na mulher do cara. Eu já estava mais envolvido nas fantasias dele do que eu próprio supunha. Acabei com a aflição do Malbec. Mandei um bom dia radiante pra ele e disse que não havia nada do que se desculpar, pois afinal de contas somos amigos e tudo que estava acontecendo era permissão mútua.

Eu: O que devo confessar, Malbec, é que estou tão fascinado quanto receoso com tudo isso. Nunca havia passado por nada igual, antes. E tenho que confessar que essa noite não dormi direito.

Malbec: rsrsrs, sério, meu amigo?

Eu: Mano, sendo honesto, a imagem da Rejane não sai da minha cabeça…

Malbec: Como você está se sentindo agora, mano?

Eu: Com uma vontade de fazer uma bela homenagem a ela…

Malbec: E como você imagina minha esposa, meu amigo?

Eu: Naquele vestido amarelo, sem nada por baixo… E avançando sobre meu corpo sem nenhum pudor ,beijando com voracidade…

Malbec: Nossa, amigo… você tá excitado? – E me enviou uma foto dela quase totalmente nua, deitada de lado, somente com a parte de baixo da lingerie e a bunda praticamente esfregando já por cima da virilha dele, pedindo rola…

Eu: Porra, cara, serei obrigado a tocar uma aqui, que delícia essa mulher, puta que pariu…

Malbec parecia sentir um prazer sexual com minha excitação, Mas a essa altura eu nem estava ligando. Não era nem 8 da manhã e eu já estava de pau duro pensando na mulher do cara. Fiz a minha sincera homenagem à Dona Rejane e iniciei meus trabalhos do dia, afinal de contas, quem ganha dinheiro deitado é quenga, kkkkkkkkkk.

Isso foi numa quinta-feira. Na sexta, minha mulher inventou de novo de ir ver a irmã. Na época que estávamos passando, todo dinheiro que entrava em casa era ajuda. Rejane trabalhava na casa da irmã, a cada duas semanas limpando a casa, e vendia bijuterias. E eu, produtos nutracêuticos, perfumaria, cosméticos, maquiagens na empresa de Marketing de Rede que havia ingressado. Malbec tinha um enorme banco de horas para poder folgar, então ele fazia o horário de trabalho dele e muitas vezes nem aparecia na empresa. Trabalhava em casa. Com essa disponibilidade de horário, não foi difícil tentarmos marcar alguma coisa na casa dele.

E naquela sexta-feira, foi a ocasião propícia pra comer o fruto da serpente. Rejane Malbec chegou cedo do trabalho e foi à casa da mãe, que morava perto, cuidar dela rapidamente. Meu amigo voyeur preparou o ambiente, deixou a casa toda em ordem para a mulher não reclamar de nada. E o filho deles? Rsrsrs, mandou pra casa de um dos 3 irmãos. A casa estava livre para nós. Como eu sou um consultor muito aplicado, fui vestido a caráter, com um blazer preto, calça jeans e sapato Mister Cat- era assim que eu me apresentava nas demonstrações de produtos, e era assim que eu fortalecia minha imagem, procurava ser super-profissional. E coloquei o melhor perfume do meu portfólio, o Apóllon, e fui de Uber à casa do meu amigo. Fui recebido como um velho amigo de família. Deu-me dois beijos na face depois de um abraço apertado e puxou-me para dentro de seu apartamento. Nem bem troquei umas cinco palavras com o anfitrião, e a dona da casa com um vestido amarelo com um decote bem sensual, típico de balada, e um salto que a deixava quase tão alta quanto eu, na minha estatura de 1,93m. Seus cabelos cacheados estavam presos lateralmente, trançados, e não eram nem um pouco compridos, estendiam-se até o queixo. Parecia que íamos jantar fora. Mas seria no próprio apartamento dele. A presença dela era imponente. Enchia o ambiente. Uma preta nos seus 40 anos de tirar o chapéu e a roupa inteira por onde quer que passasse. Não era fechadona como a minha esposa, não se limitou a um simples aperto de mão. Veio e abraçou, trocou três beijos relativamente próximos aos meus lábios e pude sentir na sua pele o aroma provocante de um hidratante com aroma de maracujá. E meu perfume não passou batido.

Rejane: Prazer, Chronos… seu amigo tem enchido a boca para falar de você aqui em casa. Mas ele não me disse que você era tão alto, rs. E perfumado, nossa…

Eu: Obrigado, querida. Eu que sinto honrado de poder conhecer a charmosa esposa do meu amigo. Ele não pára de falar em você. Têm uma bela família. E mesmo que pareça indelicado, não posso deixar de dizer que nas fotos você não é tão radiante como estou vendo hoje. Amei seu sorriso.

Rejane: E eu amei seu olhar. E tão profundo e fascinante como a da foto que ele me mostrou. – Por baixo do seu vestido não havia sutiã. Era perceptível a intumescência dos seus seios. Havia uma química entre nós tomando forma naquele momento. Já estávamos ficando sem muito assunto, quando nosso maior responsável por aquele encontro conduziu o momento para o jantar, onde eles haviam preparado uma lasanha deliciosíssima acompanhada de um vinho Prosecco Valdo. Nem faço idéia de quanto custa isso. Pra mim, se tivesse um refrigerante, já estava de bom tamanho. Mas, para não fazer desfeita ao amável casal, acompanhei-os degustando o presente daquela noite. Nunca havia tomado vinho. Não bebia. E fui bem comedido para não estragar a noite, pois ainda nem tinha começado a diversão.

A nossa conversa foi bem descontraída e a companhia já era um poderoso afrodisíaco. Aquela mulher exalava sensualidade. Malbec quase não falava nada, ele preferiu deixar-me vem a vontade no processo de estreitamento de vínculo entre mim e a exuberante Rejane. A bem da verdade, as palavras foram perdendo a força e o valor no momento. Apesar de estarmos os três a uma distância equivalente um do outro, o clima era evidente: sabia por que eu estava ali e o Malbec não moveu um dedo sequer para conduzir nada. Rejane me ofereceu uma sobremesa, um mousse de maracujá, e aí eu não resisti e disse:

Eu: Qual deles?

Rejane: Como assim, rs? Eu só fiz um mousse, num refratário, para nós três!

Eu: falo do mousse que tá coberto de chocolate…rsrsrs!

Rejane viu que a intenção era clara. Não deixou por menos:

Rejane: bom, eu queria molhar o seu biquinho lindo com uma receita minha pra deixar essa noite mais docinha, mas já que o apressadinho quer mergulhar no prato principal…- nem terminou de falar, emendou a fala com um beijo carnudo que foi se aprofundando à medida que nossas línguas se caçavam…

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Rejane: uau… Que boca docinha…

Eu: é porque você ainda não degustou o resto!

Rejane: Atrevido, rsrsrs… gosto disso! Com essa carinha de safado que tem, foi até bem comportado- interrompeu num beijo mais devasso. Malbec chegou por trás e foi puxando meu blazer, Rejane se levantou e sentou sobre meu membro rijo com meu corpo entre suas pernas na cadeira.

Malbec:( ao pé do meu ouvido )Divirta-se, a noite agora é sua.

Levou meu blazer para longe dos meus olhos, enquanto Rejane desabotoava lentamente minha camisa social branca. Alternamos beijos e mordidas no pescoço um do outro. Cada vez que meus dentes iam de encontro à sua pele, ela se arrepiava inteira. Seus gemidos começaram a aumentar e minha boca foi descendo pelo pescoço e indo ao encontro daquelas montanhas negras maduras.

Rejane: Aiiiinnn, filho da puta! Tá me deixando louca… chupa meus mamilos, isso! Ai, caralho, que boca quente, gostosa! – dizia isso enquanto rebolava por cima do meu membro, ainda enclausurado dentro da minha calça. Minha mão direita deslizou por sua perna lisa e hidratada até sua virilha notava-se uma minúscula calcinha- eu não tava vendo- possivelmente de uma lingerie, pois era rendada. Rejane livrou-se da minha camisa e caiu de boca nos meus mamilos e suas mordidas e chupadas arremeteram minha potência ao máximo. Arrancou meu cinto fora e foi livrando meu mastro da calça e da cueca ao mesmo tempo. Ajoelhou entre minhas pernas e sem cerimônia alguma fez o meu pau desaparecer nos lábios carnudos da sua boca. Disse ser maravilhoso, pois apesar de não ser grande como o de Malbec, era delicioso e podia engoli-lo inteirinho.

Eu: Nossa, Rejane, essa tá sendo a melhor chupada que eu tô recebendo na minha vida! – dizia enquanto ela engolia meu membro inteiro, e sua mão massageava meu períneo até perto do meu cu.

Rejane era atrevida. Ela sabia o que fazer para agradar um homem na cama, diferente da minha esposa.

Rejane: Essa vai ser minha sobremesa viu, gatinho!? Goza sem medo que eu vou fazer você levantar em dois tempos!

Eu não queria gozar naquela hora. Mas o comando dela foi tão incisivo que comecei a meter na boca da vadia sem piedade. Rejane levantou seu vestido e tirou sua calcinha e começou ela própria a se masturbar. Os gemidos dela na minha pica me fizeram levantar da cadeira e controlar todo aquele momento delicioso. Rejane se submeteu à minha vontade e recebeu investidas vigorosas até o fundo da garganta. O gozo aproximava-se rapidamente. Pensei em tirar o pau da sua boca para não engasgá-la, mas… Porra nenhuma ! O tesão era tanto que metia com mais vontade ainda. Me acabei no orgasmo. Mas nunca na minha vida tinha gozado na boca de uma mulher( a minha nunca aceitou uma gozada nos seios, na boca muito menos)!

Rejane: Nossa! Que leitinho quente! Amor, vou viciar nesse presentinho que você me deu! Vem pro quarto, vem! Pelo visto, não vou precisar ressuscitar seu brinquedinho, você tá bem animado.

E estava mesmo. Antes do meu pau começar a amolecer, ela me jogou na cama e ficou de 4 por cima de mim num 69 voluptuoso. Que mulher intensa, bicho! Meu pau endureceu de uma forma que nem parecia que eu havia perdido a potência! E mais: eu me acabei naquela boceta docinha! Ela já tinha gozado só na chupadaque me deu antes, estava muito encharcada.

Desse momento em diante, quem comandou foi ela. Óbvio. Malbec tava na poltrona do quarto já com o pau pra fora fazendo caras e bocas, enquanto a mulher chupava e olhava para ele querendo os dois ao mesmo tempo. Chamou-o com o dedo e montou no meu pau, iniciando uma cavalgada bem selvagem e chupando o marido que agora estava ajoelhado de frente pra ela.

Malbec: Ai, amigo, que “cê” tá achando?

Eu: Caralho, mano, não posso levar Rejane pra casa, não? Rsrsrs

Rejane: hummm… Vai cuidar bem de mim , vai gatinho? Mô, eu gamei nesse negão!

Eu: Rebola, minha putinha, rebola… Filha da puta, gostosa.

Rejane: Adoro ser xingada, desgraçado! DÁ ESSA PICA, PORRA! QUERO DORMIR ARREGAÇADA HOJE, CARALHOO! AAAAI, PORRA, EU VOU GOZAR … VOU… AAAAAAAAAAAH!

A filha da puta é escandalosa de boa, puta que pariu! Malbec banhou o rosto dela inteiro de porra e os dois continuaram se beijando assim mesmo. Rejane saiu de cima de mim e Malbec e eu trocamos de posição: ele se deitou e eu fiquei posicionado atrás dela. A diva de ébano deitou sobre o esposo e eu, por trás, encaixei meu membro na portinha do seu rabo. Pela primeira vez na minha vida participei de uma DP. Rejane foi às nuvens com dois machos possuindo seu corpo. Deu-me uma louca, gente, eu investi com tudo que tinha arregaçando o cu da minha amante e fazendo-a gritar de dor e prazer ao mesmo tempo. Rejane queria mais pica, mais pica, e dizia que apesar de mais jovem, eu era excelente na arte da putaria.

Aquilo, óbvio, me encheu o ego. Agarrei seus quadris e enchi sua bunda com um tapa de mão cheia. Ela me xingou e sorriu da forma mais sodômica possível. Um novo orgasmo se aproximava. Acelerei as estocadas e dei mais tapas nos glúteos de Rejane, que reagiu fechando seu rabo, pressionando meu membro de uma maneira muito deliciosa.

A noite não poderia ter sido melhor. Rejane terminou com chave de ouro, recebendo uma gozada dupla no rosto e nos seios, de mim e de Malbec.

Malbec: Amigo, aproveita que você vai ficar sozinho em casa, não volte hoje! Dorme com a gente. Já está tarde!

Eu: Será um prazer pra mim…

Rejane: a Festa é sua, meu anjo! Não sei se ele disse a você, mas quando vi sua foto a primeira vez, eu sabia que ele tinha escolhido o presente para mim. Fiquei apaixonada, você é muito delicioso. A gente precisa repetir.

Malbec: Se um dia desses você quiser sair com ela, é só falar! Obrigado por esse prazer que me deu!

Eu: Nunca na minha vida pensei ouvir isso de outro homem. De nada, meu mano!

E o mousse de maracujá? Aaaakkkkkkkkk! Eu não esqueci dele, não. Brinquei com o copo de mousse espalhando pelo corpo dela e tomando com a boca. Rejane ficou louquinha.

Ali foi o começo de uma vida de putaria ao lado desse louco casal de amigos. Porém, Malbec ainda viria me convidar para aventuras mais loucas que aquela noite. Quem sabe um dia eu conto pra vocês!

Conto enviado por:  FrankensteinRJ (Obrigado)

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