Minha esposa me ajudou a ser corno - Contos Eróticos

Minha esposa me ajudou a ser corno

O nome de minha esposa é Melinda Jullie. A primeira vez que nos encontramos, o mais difícil foi lidar com o jeito que ela parecia. Cabelo preto longo, estômago completamente plana, e uma bunda média. Mas apesar da aparência sedutora, ela agia de modo tímido e até recatada, festas para ela era sempre ao meu lado. Ela gostava de participar de concursos em festas de rodeios. A concorrência sempre foi acirrada. Mas ela obteve muito lucros. Era uma beleza nata, sendo filha de fazendeiro da região tinha tudo haver.

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É evidente que sempre tive vontade em ter uma mulher que me fizesse de corno, mas não um corno enganado, e sim uma que me apoiasse e me traísse sempre que pudesse já fazia parte. Mas sempre me controlei e guardei tais desejos e nunca revelei a nenhuma mulher. Meu lance com Julie passou de namoro a casamento, grande festa, e com três meses confessei meu desejo oculto. Ela foi muito compreensiva e me ajudou, e com maestria, minha amada e linda esposa me transformou num legitimo marido corno manso.

Eu tinha um quarto reservado em um dos hotéis perto do festival de rodeios na qual Julie participaria num concurso. Eu havia certificando que o hotel tinha bar e piscina. O pensamento da minha esposa em um de seus minúsculos biquínis na piscina e homens olhando para ela fez minha imaginação rolar. E depois de uma bebida formos ao quarto e na cama comecei uma conversa típica de marido manso e dessa vez passei dos limites e me surpreendi quando Julie passou a dizer para mim o que nunca havia dito antes.

Oh sim Ricardo, agora entendo tudo, você deseja ser corno, sua vontade é que eu seja amassada por paus grandes e grossos. E se assim for, eu topo sim de fazer de corno. Seria o máximo eu engolir uma rola bem grossa na sua frente. Mas prefiro que esteja mole para quando sair da minha boca o membro esteja duro e brilhando com minha saliva. Você gostaria de assistir?

Se estiver certa, se você quer que eu seja mesmo uma putinha de um corno, você poderia se ajoelhar entre nós, separando as bochechas da minha bunda e você pode guia o pau dele na minha buceta. Mas quando eu implorar para ele deslizar o cacetâo no meu rabinho, sua obrigação de marido manso é esfregar na entradinha pra acertar o alvo do cuzinho.

Então marido, se eu estiver certa em tudo, tenho minhas condições. Você poderia espalhar óleo sobre o pênis dele, deslizando sua mão para cima e para baixo para deixá-lo oleoso. Eu gostaria de assistir você acariciando o pênis do meu amante para ficar bem duro para mim. Oh, sim, no cuzinho pode doer no começo, mas você pode estar ao lado, observando eu espernear de dor enquanto ele enfia com força nas profundezas da minha bunda…

Confesso que fiquei atônito ouvindo minha esposa falando desse jeito comigo, eu poderia pedir para ela parar, mas eu estava excitado, meu pau dava contrações devido às palavras sujas e imorais, pois nas perspectivas dela, eu seria um marido domesticado que fica de lado e só assiste a esposa ser possuída em seus orifícios.

Eu ainda estava nesses pensamentos quando vi os dedos de Julie se penetraram agora, deslizando para cima e para baixo abrindo sua buceta, mostrando seu clitóris duro e avantajado. Eu não acho que ela esperava que eu respondesse. Mas ela precisava de uma reposta, meti o pênis com urgência na buceta e quando tirei, vazou uma quantidade enorme de porra da fenda dela. Esse ato revelou a verdade, minha confissão, tudo que eu desejava na vida neste momento era ser o marido corno manso dela.

Julie hesitou então, como se estivesse conjurando palavras e imagens.

Se você quer mesmo que eu seja uma putinha biscate. Eu poderia até me passar por prostituta aqui no hotel, eu quero os dois me fodendo. Você pode se esconder ou assisti-los me esticando até que eles atirem suas cargas de esperma dentro de mim. Sei que vou amar a sensação de olhar para você enquanto eles jorram espermas em meus buracos.

Neste momento imagens dela com outros homens passaram pela minha cabeça. Minhas pernas tremiam e cederam quando uma sensação gloriosa de liberação passou por mim. Eu estava batendo uma punheta, jorrando uma quantidade de sêmem em sua barriga, enchendo o umbigo e molhado os bicos de seus seios. Fiquei ali por alguns momentos com os olhos fechados, minha mão se movendo mais devagar agora, minha respiração voltando ao normal.

Mas eu tinha uma obrigação verbal, era minha vez de assumir, contudo, falei que queria ser corno, mas que preferia ficar escondido e que ela podia trazer outro ao hotel ou talvez até para possui-la dentro de nossa própria casa. Mas com uma condição indispensável, ela teria que dar o cuzinho e quando ele estiver gozando na bunda dela, ela deveria falar em bom tom para ele que sou muito corno dela e nem desconfio.

Julie tinha ouvindo tudo com clareza, seus dedos agora casualmente traçando os contornos de seus lábios, quase distraídos, levando os dedos aos seios recolhendo o esperma como se acariciasse um bichinho de estimação no colo. Mas a parte mais excitante foi quando ela disse que não teria problema, se era a minha vontade, ela mostraria para mim uma legítima casada vadia em ação.

Ela sem a menor cerimônia levantou da cama, e falou que nós deveríamos sair para passear na praça, mas logo ela voltou ao hotel para se arrumar para o concurso que haveria no rodeio e fiquei na praça para comprar presentes de lembranças a amigos. Depois de um tempo recebi uma mensagem, “Marido, você vai ser corno, eu tive sorte, conheci um dos jurados do concurso , combinei, vou chupa e da o cuzinho pra ele, vá ao hotel, mas não vá direto ao quarto, vá ao bar, fique escondido. Ah, vou ganhar dinheiro também”.

Voltei, mas nenhum sinal dela. Perguntei ao bartender se ele havia notado uma mulher com certas características por perto. Ele me deu uma resposta: “Ela acabou de sair com um cliente”. Pensar que ele estava confundindo minha esposa com uma vadia qualquer acalmou meus nervos um pouco. Peguei meu celular e enviei uma mensagem para ela. A resposta é que eu deveria entrar pela porta da cozinha e olhar pelo buraco da fechadura do quarto é meu desejo de bom maridinho corno manso iria se concluir.

Por algum momento o conflito mental tomou conta de mim. Será verdade? Julie vai me fazer de corno? Talvez ela estivesse brincando, mas se eu for olhar e constatar que sou corno mesmo, será que vou gostar? Duvidas a aparte, a excitação venceu, entrei no elevador indo logo ao quarto. Eu espiei pela fechadura da porta. Ela não estava brincando, eu era corno mesmo. Mas nem tudo é perfeito, chequei um pouco tarde, porém a suficiente para ver um homem em pé na cama e Julie ajoelhada mamando o pau dele enquanto o segurava pelos quadris. Acho que duraram uns três minutos. Posso não ter visto tudo, mas tudo bem havia mais cenas excitantes.

Os lábios vermelhos de minha esposa gradualmente se afastaram e de seus dentes um fio grosso de esperma se conectava. Então, pude ver uma carga de esperma que escorregou da boca e passeou entre o queixo e pingou em suas mamas. Se essa é a felicidade do corno, então eu estava feliz, Julie providenciava meu dia particular de marido manso mais feliz do mundo e ela ainda ganhava dinheiro pra fazer isso. Mas faltava ver como Julie se comportaria com um pau na chana. Eu queria ver isso.

Usando os dedos, ela limpou o gotejamento e lambeu a mão dela. Tudo o que me importa agora é sentir seu pau enorme na minha boceta suculenta e não se preocupe, liguei para o corno, ele ainda esta em casa e temos tempo, você vai ver que apreciou rebolar numa caceta e adoro levar na bundinha sempre que ele me deixa sozinha e quando ele esta ao meu lado, nem desconfia de nada. Ouvir Julie falar em tom auto, ela estava cumprindo a parte dela. Falar que sou um marido corno enquanto tem relações sexuais com outro.

Deitando na cama, ele pegou o telefone e pediu para ela tapar com as mãos o rosto, ele tirou umas fotos, inclusive de quatro abrindo com as duas mãos a bunda, deixando o cuzinho e pregas à mostra, ele foi dizendo que encaminharia as fotos para seus colegas jurados e assim aumentariam as chances dela no concurso.

O que importa? Meu marido é um verdadeiro corno mesmo, e ele nem vai saber de nada. Então se lembre de que sou mulher de corno que não sabe de nada. Quero que você me encha com esperma. Quando Julie disso isso, ela direcionou o pau dele entrada da gruta, ele meteu fundo, para dentro e fora e Julie olhou pelo lado dele, era nítido que olhava em direção à porta, ela sabia que eu, o marido manso estava olhando, babando de excitação, e ela estava certa, eu estava admirado com as cenas e tantas imoralidades verbais produzidas por ela.

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Ela alinhou seu pênis e forçou a pélvis para frente e o pau entrou tudo. Julie falou para ele transar com ela como uma verdadeira putinha sem moral e ele fez isso. Ele era bem viril mesmo e ele atendeu o desejo de minha esposa. Ele a Fodeu a buceta de Julie por minutos. E logo ele estava entrando em erupção. Isso provocou orgasmo em minha esposa que durou até que as bolas dele estavam completamente drenadas. Ele rolou e ficou deitado ao lado dela por um breve momento. Eles conversaram um pouco, mas não dava pra eu ouvir.

“Descansou querido? Então lamba minha bunda e passe à língua ao redor das minhas pregas”, ela falou um pouco alto.

Ele enfiou a língua e encontrou seu esfíncter. Adoro fazer isso com ela e sei o que acontece nestes momentos. Ela costuma abri e fecha o furinho do cuzinho em resposta as linguadas. Parecia que tinha se aberto bastante. Ele esfregou o pau na entrada do ânus. Neste momento é claro que sendo um marido manso, eu estava ajoelhado e de zíper abaixado e lentamente me masturbava esperando ver isso.

Ah, sim, ela murmurou. É isso aí, saber que meu marido nem desconfia que eu esteja na cama de um hotel sendo lambida na bunda e prontinha para ser penetrada por um pau grosso no rabo que ele pensa que é só dele. Quando o homem ouviu isso ele agarrou as coxas dela com ambas as mãos e puxou a bunda dela. Ela grunhiu quando ele tentou penetrar, com certeza ele pensava que ia encontrar um cuzinho fácil de penetrar igual às putas que circula pelo hotel ele se enganou.

Ele ficou surpreso com a dificuldade com que o orifício engoliu a cabeça e os primeiros centímetros de seu pênis. Só então percebi que seria uma tarefa dura pra Julie, mas tínhamos combinado, inclusive com um aperto de mão, mesmo que ela ficasse com o cuzinho dilatado e dolorido por um tempo, ela ia ter que fazer minhas vontades. Depois, eu a recompensaria com joias e outros penduricalhos dignos de uma esposa exemplar.

É isso aí garoto grande. Dê-me o que você tem. Ele empurrou seu pênis e ela gemeu e cravou suas unhas nos travesseiros, enquanto ele enfiava o pênis até as bolas tocarem em sua bunda. Dentro e fora, primeiro lentamente até as pregas cederem gradativamente ao invasor.

Você gosta dessa bunda? Ela é fofa e gostosa, fode à vontade querido, estou aqui no hotel, como mulher casada e de família honrada pra ganhar um concurso e por baixo dos panos como uma mulher que pega dinheiro e escondidinha do corninho oferece o apertado cuzinho pra qualquer um que pague bem pra comer a bunda de uma casada safada. Ela falou, pois sabia que eu estava escutando a fazia parte do trato que eu escutasse.

“Oh sim teu rabo é muito apertado”, ele disse sem fôlego. Eu podia a ver abrindo as pernas para oferecer a bunda para o homem. Oh, Deus, ela uivou, eu vou gozar na siririca querido, você esta fodendo minhas pragas e está entrando tão fundo no meu cuzinho e aquele corno nem desconfia que eu esteja levando na bunda, você vai gozar, amor? Está gozando tão gostoso na bunda da mulher do corno? Seu pau é maravilhoso. Mas você pode tirá-lo agora.

Mas Julie se enganou, ele não havia ainda gozado tudo. A posição de quatro que haviam escolhido foi trocada. Ela se deitou na cama. Ela ficou ali mole com a bunda para o ar enquanto ele golpeava se a menor resistência das pregas, até que ele esvaziou suas bolas profundamente dentro do cuzinho aberto da minha amada.
Pareciam horas, mas foi apenas 55 minutos depois, quando o tal homem estava se preparando para sair. Claro que eu também sair do quarto e entrei no elevador. Fiquei de longe observando até ele sair do elevador indo embora.

Subi rápido ao quarto já tirando minha roupa. Quando eu me aproximei ela ainda estava nua e de pernas abertas na cama e cheirei sua buceta, o cheiro de esperma flutuou e sua boceta estava escorrendo. Eu podia sentir o gosto de sexo em seus lábios enquanto ela continuava a me beijar. Ela deslizou minha mão para baixo para abrir sua buceta e vi que estava lisa e escorregadia, uma buceta ainda com resíduos de esperma.

Ela empurrou minha cabeça para baixo e perto de seu clitóris, e quando ela forçou minha cabeça eu enfiei minha língua profundamente dentro dela, pois entendi que ela desejasse que procurasse resíduo nas profundezas de sua fenda. Quando eu não aguentei mais eu me movi para cima e deslizei meu pau profundamente sem nenhum esforço.

“Comece a falar da minha putinha, diga que o que aconteceu no bar, diga ao seu corno que agora beija seus lábios cheios de porra de outro, diga como rebolaste na vara, e depois mostre pro como é da a bunda pra ganhar dinheiro, mostre ao seu marido como fica a bundinha dela”, eu disse.

Você me deixou aqui com tanto excitação, então eu estava decidida a de fazer de corno, pensei em esperar no bar por você enquanto pensava nisso. Quando o barman me trouxe meu primeiro drinque, ele passou uma nota de um dos caras sentados mais abaixo no bar. Ele disse: “Se você está trabalhando”. Eu olhei para baixo e um homem deu um gesticulou para mim.

Enquanto ela está contando sua história, eu metia lentamente em sua gruta molhada, eu podia sentir os sucos misturados minhas bolas. Eu teria que ter muito cuidado para não perder minha carga no início, já que sua história imoral era quase o suficiente para me fazer gozar sem a incrível estimulação de sua grutinha cheinha de porra.

Mas a parte melhor foi quando ela ficou de quatro e mostrou o orifício, estava dilatado e ainda escorria um pouco de porra, rapidinho meti e me senti tão corno, eu nem sentia meu pau entrado tamanho a flacidez das pregas, eu estava feliz. Nunca imaginei que seria tão gostoso meter dessa forma. E fiquei mais excitado ainda ouvindo palavras sujas e imorais quando ela revelou antigos desejos.

Ela me confidenciou que sempre desejou ser paga por sexo. Que ela pudesse ser tradada como uma putinha, que ela trocasse chupetas por dinheiro. E melhor, ela detalhou bem a emoção em obedecer ao macho. Minha esposa providenciava meu dia particular de marido manso mais feliz do mundo. Palavras de incentivos e descrição de cenas que todo marido corno manso gosta de ouvir e imaginar foram seguidos à risca. Ela respondeu tudo e mostrou tudo sem a menor cerimônia.

Mas ela tinha algo a fazer, e eu tinha que me contenda e parar de comer, pois estava chegando a hora, haveria o concurso de beleza, o concurso no rodeio os trajes seriam roupas típicas e de banho, e se você pudesse ver o que ela tinha naquele dia… Vestida como a filha de um fazendeiro clássico incluindo o famoso chapéu de vaqueiro. Seu cabelo foi feito até mesmo em tranças altas. Seus peitos estavam apenas saindo de sua camisa, e seu short jeans revelaram algumas das pernas mais lindas que eu já vi, para não mencionar a parte inferior das bochechas da bunda dela também. Meu deus era estava quente.

Duas horas antes de o concurso começar eu vi Julie conversando com o tal cara e mais dois homens, fiquei observando, ela se afastou eles a seguiram até um mato, segui e vi-a ajoelhando, ela mamou os paus dos três, eram jurados do concurso. Por fim ela saiu direto ao camarim, eles deram um tempo. Julie ganhou a faixa e o titulo, mas ela havia combinado algo com eles, faltavam outras coisas para eles todos e depois ela deu.

Jurados é coisa seria e eles sempre fazem parte do elenco espalhado nesses concursos. O mundo é dos mais expertos. Há jurados mulheres, mas ai é outra história. Então, perguntei se Julie deixaria uma jurada chupa a buceta dela ou se ela tiver que chupar. A resposta foi simples… Ora, porque não? Tudo o que importa é ser a rainha da festa, a tiara e a faixa ao redor da cintura, todas sorriem e aplaudem a vencedora, as concorrentes disfarçam com sorrisos azedos e beijinhos de congratulações.

Quando estávamos nos preparando para deixar o hotel. Andando até a mesa onde estava a tiara e a faixa, encontrei pilhas separadas de dinheiro. Esta era à maneira de Julie confirmar o que importava, o que ela ganhou no palco desfilando como uma honrada mulher casada e por trás dos panos como casada safada. Então, não resta dúvida que no palco ela age como uma dama na sociedade e fora dele é uma mulher que pega dinheiro para o macho meter onde quiser e que sou o legítimo marido corno manso que incentiva tudo.

Conto enviado por:  Maísa Ibida (Obrigado)

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2 comentários

  1. EU GOSTEI MUITO DO SEU RELATO E MARAVILHOSO VOCÊ ESTA DE PARABÉNS

  2. EU GOSTEI MUITO DO SEU RELATO E MARAVILHOSO VOCÊs ESTA DE PARABÉNS

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